5 MAI. QUI. 21.30H
Carolina Ceia - Luz
Música Ligeira | GA | Plateia 10€ / Balcão 7.5€ | M/6 anos


A doçura e a subtileza da sua voz quente contrastam com o rigor na dicção e a potência e afinação nos requebros com que enfatiza os trechos mais emocionantes das melodias que entoa. Carolina Ceia, de 25 anos, faz-nos gravitar em voos ondulantes de cada vez que canta, quer as mais icónicas músicas anglo-saxónicas, quer os belos originais de língua portuguesa. A sua.
Alentejana de berço, enraizada na terra de José Régio, e com especialização superior em clarinete, a doce Carolina interpreta com mestria todos os estilos, empossando-os dos tons adequados aos sentimentos que provocam. Sussurrantes uns, fulgurantes outros…  
Mais do que uma simples cantora, Carolina Ceia é uma atriz com uma bela voz lírica, que alcança todos os tons que quer imprimir no momento, logrando transmitir a quem a ouve cada palavra e cada emoção.
É esta menina, que começou muito cedo por ser uma autodidata no canto, influenciada pelo ambiente musical que a rodeava e herdeira de um DNA especial, que irá dar o seu primeiro concerto, no próximo dia 5 de Maio, na cidade que a viu nascer – Portalegre.
Carolina Ceia irá pôr aí à prova a sua melodiosa voz e interpretação, contrariando as agruras do vento sueste que sopra nas serras e penhascos daquela terra, onde a poesia anda de mãos dadas com o cante alentejano. Uma “LUZ” cadente e suave, num cenário de oliveiras, sobreiros e searas loiras sem fim.

Edite Esteves
Jornalista e escritora

Voz - Carolina Ceia
Direcção musical /piano: Tiago Alexandre Machado
Violino - Vasco Broco
Violino - Tiago Neto
Viola d'arco - Teresa Fernandes
Violoncelo - Adriana Estrela

 


14 Mai. SÁB. 21.30H
Última hora
texto Rui Cardoso Martins
encenação Gonçalo Amorim
Rede Eunice Ageas
Teatro Nacional D. Maria II
Teatro | GA | 10€ | M/12 anos


Este jornal, o Última hora, mais a sua pobre, cercada e aterrorizada redação, vive o destino de todos os periódicos: uma grave crise e a aproximação do fim. A novidade mais fresca, a breaking news, a última hora será a notícia do seu fecho...
A entrada em cena da Internet e da partilha grátis de conteúdos, a fuga da publicidade e
do público para as plataformas sociais, os ataques e manipulações políticas, a má-fé empresarial, o despedimento dos repórteres mais capazes, as planetárias mentiras
publicadas (também ditas fake news) criaram, por assim dizer, uma realidade mais propícia à destruição.
É neste caldo de nervos sem tempo (24x24 horas, em ritmo acelerado) que os protagonistas deste espetáculo terão de tomar decisões absurdas, contraproducentes, caricatas, lamentáveis e, porque não?, comoventes, para salvarem o amor-próprio, a essência da sua profissão e
tentarem levar pão à mesa dos filhos.
O que mais interessa em Última Hora – uma comédia, sublinha-se – é a própria humanidade. Os magníficos defeitos, virtudes, heroísmos, canalhices, jogos escondidos, amores secretos, vícios ou altruísmos fazem o universo daqueles que vivem para contar (e moldar) a realidade do mundo. Que última decisão é preciso tomar?
Que mentira, se necessária, em nome da sobrevivência? Que teatro acontece todos os dias?


Texto: Rui Cardoso Martins
Encenação: Gonçalo Amorim
Com: Carlos Malvarez, Catarina Couto Sousa, Cláudio Castro, Ema Marli, Inês Cóias, João Grosso, José Neves, Manuel Coelho, Maria Rueff, Miguel Guilherme, Nadezhda Bocharova, Paula Mora
música original: Paulo Furtado aka The Legendary Tigerman
cenografia e figurinos: Catarina Barros
desenho de luz: Cárin Geada
desenho de som e sonoplastia: João Neves
vídeo: Eduardo Breda
assistência de encenação: Eduardo Breda, Patrícia Gonçalves
assistência de cenografia e figurinos: Susana Paixão
produção: Teatro Nacional D. Maria II
parceria artística: Teatro Experimental do Porto (TEP)
apoios: Lusa - Agência de Notícias de Portugal, Público
O autor do texto, por motivo da escrita a este projecto encomendado pelo Teatro Nacional D. Maria II, recebeu a bolsa de criação literária em Berlim - Bolsa Botschaft de Criação Literária 2017 - com o patrocínio da Embaixada Portuguesa na Alemanha.
Duração: 3h15 (com intervalo)

 


27 MAI. SEX. 21.30H
Tutto Mozart
Música Clássica | PA | 5€ | M/6 anos


Soprano: Rafaela Albuquerque
Piano: José Raimundo

Com a participação especial de:

Andreia Alves: Soprano
Daniela Rego: Soprano
Michele Tomaz: Soprano
Teresa Projecto: Mezzo Soprano

O Recital “Tutto Mozart” é uma viagem no meu percurso, passando por todo o repertório de Mozart que interpretei desde a Academia de Música de Santa Cecília até à Ópera de Roma. Como missão paralela à minha carreira tenho como objectivo ajudar e incentivar a nova geração de cantores, por isso, terei o prazer de incluir nesta minha viagem alunas minhas que representam toda a força, vontade e futuro deste Mundo.

Rafaela Albuquerque tem vindo a conquistar o público e a crítica nos vários papéis que defendeu, nomeadamente no Teatro de Ópera de Roma, com destaque para Musetta, Gilda, Clorinda, Ilaria e Zerlina.
Vencedora do Classic Pure Vienna International Music Competition (2018), diplomada pela Fabbrica Young Artist Program do Teatro dell'Opera di Roma (2017-2019) e detentora de inúmeros prémios, apresentou-se em palco em Portugal, Turquia, Itália, França e Argentina.
Licenciada em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa, iniciou os seus estudos musicais no Violino, na Academia de Música de Santa Cecília, tendo começado a estudar Canto aos 15 anos.
Aperfeiçoou a sua técnica com grandes nomes da música da atualidade como Claudio Desderi, Cecilia Gasdia, June Anderson, Renata Lamanda, Luca Salsi, Carmela Remigio, Jordi Bernàcer, Toby Spence, Sesto Quatrini, Alessandro Benigni, Stefano Montanari, Roberto Abbado, Vlad Iftinca, Speranza Scappucci, Marcello Nardis, Domenico Colaianni, Jessica Pratt.

 


28 MAI. SÁB. 21.30H
Insónia
Companhia Olga Roriz
Dança Contemporânea | GA | 10€ | M/6 anos


“Insónia” é um espetáculo dirigido por Olga Roriz, para um elenco renovado e criado em parceria com a equipa criativa das peças anteriores. A entrada de novos elementos no corpo de bailarinos renova pontos de vista e opções estéticas. Bailarinos de cinco nacionalidades: portuguesa, italiana, cubana, inglesa e polaca são o resultado da escolha de uma audição internacional.
Uma reivindicação do lugar do corpo, da sua energia à sua fragilidade. O corpo intranquilo de carne exposta. A selvajaria de serem vários num mesmo mundo erótico. A identidade, origem, memórias de cada um dos intérpretes foram postas à prova, confrontando o passado, o presente, o futuro e a conexão vital com as origens.
A inexorável passagem do tempo. Um estudo sobre o feminino e o masculino, o macho e a fêmea sem sexo definido, sem género.
Sendo o erotismo um conceito vago, não palpável do foro da imaginação, havia que concretizá-lo, intelectualizá-lo. Num primeiro período da criação produziu-se muito pensamento em forma de escrita. Este é um desses textos: “Erotismo é armadilha de todas as definições e interpretações. Erotismo é o jogo do solitário, é uma cela solitária que te irriga de liberdade enquanto te encerra na sua sombra e humidade. É uma forma de libertação. É instinto humano e simultaneamente animal e, na ótica em que parte de um pensamento. É uma escolha do pensamento, uma tentação. É um jogo indireto de atração, não óbvio. A combinação entre o sensual e o sexual. É efémero como uma sensação. Tudo o que estimula a fantasia. Pode ser um olhar determinado. Um toque direto. Um argumento profundo. Um tom de voz forte. Um sorriso envergonhado. Um momento onde se perde a noção do tempo. Pode partir da imaginação e pode ser alimentado conscientemente pelo trabalho da mente num jogo constante. Jogar Xadrez com alguém pode ser extremamente erótico”.

“Insónia emerge no que de onírico tem a questão do amor, do género e da genética.
Estórias partilhadas com simplicidade e decoro ou desbocadamente. Matérias feitas manifesto.
E ainda a imagem de uma Primavera invertida como se as estações se pudessem suspender no espaço e no tempo.”
Olga Roriz 2021

Direção: Olga Roriz
Intérpretes: Catarina Câmara, Connor Scott, Emanuel Santos, Marta Lobato Faria, Melissa Cosseta, Natalia Lis, Yonel Serrano
Banda Sonora: Olga Roriz e João Rapozo
Músicas: Archive, Armand Amar, Bobby Diran, Brian Eno, Eleni Karaindrou, Georg Friedrich Händel, Gloria Gaynor, Hiro Kone, João Hasselberg, Johann Sebastian Bach, Lucrecia Dalt, Nils Fraham, Pēteris Vasks
Cenografia e Figurinos: Olga Roriz, Ana Vaz
Desenho de Luz: Cristina Piedade
Edição de Som: João Rapozo
Textos: Intérpretes
Assistência à Criação: Bruno Alves
Assistência de Cenografia: Pedro Jardim
Assistência de Figurinos: Ricardo Domingos
Estagiárias, Assistência aos Ensaios: Clara Bourdin, Ieva Bražėnaitė
Direcção Técnica e Operação de Luz: Contrapeso
Operação de Som: PontoZurca
Co-produção: Centro Cultural de Belém, Teatro Aveirense/Município de Aveiro e Município de Viana do Castelo

 


3 JUN. SEX. 21.30H
Projeto ComFusão
Música Ligeira | GA | 8€ | M/6 anos


O projeto ComFusão é fruto de um gosto comum entre amigos de Portalegre, que se juntam semanalmente para tocar. Os encontros semanais, onde se faz da música uma terapia, permitiram a criação de um repertório variado, que conta também com alguns temas originais.
As diferentes origens e estilos musicais entre os elementos deram o nome ao grupo, que tenta “fundir” tudo num gosto comum.
O grupo apresenta um alinhamento com arranjos próprios, do qual fazem parte temas de jazz, bossa nova e soul music.
 
Piano e Arranjos: Nuno Ribeiro, Guitarra Elétrica: João Banheiro. Baixo Elétrico: José Conde
Bateria: Ricardo Brito, Primeiro Trombone: João Neves Costa, Segundo Trombone: Ursula Niederbrucker, Primeiro Trompete: Sérgio Carinhas, Segundo Trompete: Frank Mackel, Primeiro Sax Alto: Miguel Monteiro, Segundo Sax Alto: Miguel Rasquinho, Sax Tenor: José Meireles, Clarinete: Ana Mónica Santos, Vocal: Dina Valério, Vocal: Ana Mónica Santos


 

17 JUN. SEX. 21.30H
CAEP VOICES – Concerto de Aniversário
Música Coral | GA | 6€ | M/6 anos


O CAEP Voices comemora mais um aniversário, o seu oitavo, junto de quem mais quer: o seu magnífico e fiel público, que os tem acompanhado desde o primeiro momento.
Nos últimos anos, a simbiose entre artistas e público não pôde ter o calor e a magia que queríamos, aquele fremir imprescindível e insubstituível dos concertos ao vivo, mas este Verão, a alegria e o prazer de fazer música e o deleite de a escutar, voltarão mais uma vez ao Grande Auditório, numa noite que promete ser de muitas surpresas, de parabéns cantados a alta voz e de emoções únicas.


 


2 JUL. SÁB. 21.30H
Silêncio
Teatro | GA | 5€ | M/16 anos


“Silêncio” é uma performance torrencial e íntima, a propósito de “Silêncio para 4”, de Rúben A - que não é nem teatro, nem romance, nem um diário - pilar dramatúrgico ao qual o projeto rouba fôlego suficiente para erguer o precipício do qual caímos para chegar ao centro do corpo. A pergunta ‘o que é o amor?’ é a pulsão erótica e filosófica em torno da qual se quer pensar e fazer pensar. Atriz e espectador, a cada SILÊNCIO, marcham sobre um manifesto cívico e político, que emerge de uma sociedade onde se subtrai o corpo até ser número.

Dramaturgia, Criação e Interpretação: Cátia Terrinca
Co-criação: Francisco Salgado
Iluminação, Sonoplastia e Vídeo: João P. Nunes
Cenografia Bruno Caracol
Fotografia: Susana Chicó
Registo Vídeo: João Filipe
Produção: UMCOLETIVO
Residência Artística de Coprodução: O Espaço do Tempo
Parceria de Criação: Casulo Teatro - Caísa Tibúrcio & Tiana Oliveira
Apoios: Diversões Alentejano, Chá d'Agulhas, O Minhocário, Luzeiro, Centro da Juventude de Montemor-o-Novo, Oficinas do Convento
Agradecimentos: Joana Leal, Nicolau Andresen, Sílvia Chicó, Vítor Paiva

 


7 JUL. QUI. 18.30H
Luís Vicente Trio Chanting in the Name Of
17º Portalegre JazzFest
Jazz | PA | 3€ / Passe 20€ | M/6 anos


Luís Vicente: Trompete
Hernâni Faustino: Contrabaixo
Pedro Melo Alves: Bateria
 
Luís Vicente é um dos mais ativos músicos de jazz ou música improvisada em Portugal e nitidamente um dos que alcançaram maior projeção internacional nos últimos anos, ao ponto do número de concertos em palcos internacionais ultrapassar por larga margem os que opera cá no burgo.
“Chanting in the name of” é mais uma espécie de trio dourado, por incluir os imparáveis Gonçalo Almeida (Spinifex, Ritual habitual, Lama, The Selva), no Contrabaixo e Pedro Melo Alves (The Rite of Trio, Omniae Ensemble e Large Ensemble, In Igma, duo com Pedro Carneiro), na Bateria. Talvez não seja injusto elevar este grupo ao mais alto patamar do jazz espiritual alguma vez feito em Portugal. Composições abertas e fire music em combustão lenta, contrariando o desfilar de solos e apostando numa improvisação construtiva envolta num manto mágico, como se o resultado da sua música constituísse um género por si só.

 


7 JUL. QUI. 21.30H
Cortex
17º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 7€ / Passe 20€ | M/6 anos


Thomas Johansson: Trompete
Kristoffer Berre Alberts: Saxofone Tenor
Ola Høyer: Contrabaixo
Dag Erik Knedal Andersen: Bateria
 
Os membros deste quarteto norueguês fazem parte de uma nova geração, que está a mudar a face do jazz no Norte da Europa. Os Cortex praticam um jazz energético, que tem como referências tanto a longa e profícua associação de Don Cherry com Ornette Coleman, como a mais recente associação de Dave Douglas com John Zorn, no formato original dos Masada.
O que distingue os Cortex é a valorização do fator intensidade. Os títulos das peças que editaram em disco dizem tudo quanto a isso: “Nicotine”, “Endorphine” e “Desibel”, são três exemplos que remetem para fatores de excitação dos sentidos. Johansson e os seus parceiros são menos subtis do que aquilo que ouvimos em discos históricos, como “The Shape of Jazz to Come” e “Alef” – preferindo cortar a direito para chegarem onde desejam.
E no entanto, trabalham mais a melodia e a pulsação, com a música a parecer assim menos escura e mais leve. Como se fosse um passeio na montanha em plena Primavera

 


8 JUL. SEX. 21.30H
Hugo Carvalhais Ascética
17º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 7€ / Passe 20€ | M/6 anos


Hugo Carvalhais: Contrabaixo
Fábio Almeida: Saxofone tenor e Flauta
Liudas Mockunas: Saxofone Tenor, Sopranino e Clarinete
Gabriel Pinto: Órgão Hammond
Fernando Rodrigues: Órgão Hammond e Sintetizador
João Martins: Bateria
 
Considerado um dos mais talentosos e sui generis contrabaixistas portugueses da sua geração, Hugo Carvalhais, um dos segredos mais bem guardados do jazz português, após um hiato de sete anos sem apresentar qualquer registo discográfico em nome próprio, volta a apresentar em 2022 um novo disco, “Ascética”, novamente para a Clean Feed.
“Nebulosa” (Clean Feed, 2010), apresentava-nos o infinitamente grande. “Partícula” (Clean Feed, 2012), versava sobre o infinitamente pequeno. Entre estes dois extremos incomensuráveis “Grand Valis” (Clean Feed, 2015), questionava a natureza da realidade exterior que percecionamos e onde nos movemos no dia-a-dia. E eis que nos deparamos com o novo “Ascética”, um mergulho no interior de nós mesmos e nas profundezas da consciência, que sempre ali esteve desde o início da experiência humana. É nesse local insondável que desde a aurora dos tempos nos confrontamos com o mistério, a beleza, o medo, o maravilhamento, a luz e as trevas.

 


8 JUL. SEX. 23.00H
Bill Shakespeare's Romeu and Joaoliet
17º Portalegre JazzFest
Jazz | CC | 3€ / Passe 20€ | M/6 anos


Bill McHenry: Saxofone Tenor
Romeu Tristão: Contrabaixo
João Pereira: Bateria
 
Uma das primeiras ideias que Bill McHenry partilhou com Romeu Tristão e João Pereira, foi a de formar um trio de Saxofone que abordasse a música com um mindset de um trio de Piano. A estética dos arranjos tipicamente feitos para essa formação, tem detalhes fortes e definidos, com grande ênfase no tempo em que cada composição é executada e com uma componente rítmica muito característica.

Romeu Tristão é um dos músicos mais ativos da cena jazzística lisboeta, integrando grupos como o Ricardo Toscano Quarteto, o Septeto do Hot Clube de Portugal, o Palheta Jazz Trio e o El Bulo Jazz Trio. É também um dos membros da banda ibérica The Wild Bunch.

João Lopes Pereira nasceu em Lisboa em 1994. É um músico ativo na cena musical portuguesa, tocando um pouco por todo o mundo. Integra atualmente as bandas Centauri, Ricardo Toscano Quarteto, Kinetic, Practically Married, MA e Trio de Jazz de Loulé.

Bill McHenry é um saxofonista e compositor, que reside entre Nova Iorque, Barcelona e o Maine, onde nasceu em 1972. Enquanto líder é conhecido pelo seu trabalho com músicos como Andrew Cyrille, Paul Motian, Eric Revis, Jamie Saft, Avishai Cohen, Ethan Iverson, entre outros.
 

 


9 JUL. SÁB. 21.30H
Maria João – Ogre Electric :: Open your mouth
17º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 7€ / Passe 20€ | M/6 anos


Maria João: Voz
João Farinha: Teclados / Sintetizadores
André Nascimento: Electrónica
Silvan Strauss (DE): Bateria

Singular, arrojado, genial, são alguns dos adjectivos que definem o trabalho da incrível Maria João. Na sua terceira incursão pelo mundo da electrónica, Maria João encoraja-nos a abrir a boca, cantar, falar, amar e lutar pelo que acreditamos.
Maria João vai editar um novo disco com o seu projecto OGRE para comemorar 10 anos de existência: "Open Your Mouth".
Possuidora de um estilo único, tornou-se num ponto de referência no difícil e competitivo campo da música improvisada. Uma capacidade vocal notável e uma intensidade interpretativa singular valeram-lhe, não só o reconhecimento internacional, como a figuração na galeria das melhores cantoras da actualidade. Unânimes no aplauso, crítica e público nomearam-na “uma voz levada às últimas consequências”, declarando-a “uma cantora que não pára de evoluir”.

 


9 JUL. SÁB. 23.00H
André B. Silva  “The Guit Kune Do”
17º Portalegre JazzFest
Jazz | CC | 3€ / Passe 20€ | M/6 anos


André B. Silva: Guitarra e Composição
AP: Guitarra Elétrica
Eurico Costa: Guitarra Elétrica
Virxílio da Silva: Guitarra Elétrica
Francisco Rua: Guitarra Elétrica
João Próspero: Baixo Elétrico
Diogo Silva: Bateria

Na sua mais recente aventura, André B. Silva junta cinco mestres guitarristas do Porto e da Galiza, um baixista e um baterista para prosseguir a sua busca por sonoridades, formações e lógicas menos exploradas.
O resultado é The Guit Kune Do, uma ode ao seu instrumento, mas também aos ritmos mainstream do final do século XX. As influências do jazz, do funk, do hip-hop e do rock estão bem presentes na sua sonoridade e nos contrapontísticos e viciantes riffs, que tornam a utilização das cinco guitarras num autêntico doce auditivo.
Com o primeiro álbum homónimo editado em novembro de 2020, pela consagrada Carimbo Porta-Jazz, The Guit Kune Do tem ganho o entusiasmo e apoio de público e críticos ao longo destes últimos meses.

 


15 e 16 JUL. SEX e SÁB. 21.30H e 18.30H
Festival Internacional de Cinema PERIFERIAS - 10º aniversário
Cinema | PA | 4€ | M/12 anos


Com uma aposta focada no cinema documental e de autor, o festival Internacional de Cinema Periferias celebra este ano a sua décima edição, de 12 a 20 de Agosto. Trata-se de um marco significativo que será assinalado com a realização de duas sessões especiais no Centro das Artes do Espectáculo de Portalegre.

Día 15 Julho Sexta 2022 - 21.30H
 
BAB SEBTA - A Porta de Ceuta de Randa Maroufi, França / Marrocos´(2019) , 19'
Bab Sebta é um mercado situado na cidade de Ceuta onde trabalham diariamente milhares de pessoas. É cenário de tráfico de bens manufacturados e vendidos por baixos valores.

AL-SIT de Suzannah Mirghani, Quatar / Sudão (2020), 20'
Numa aldeia do Sudão, Nafisa, de 15 anos, apaixona-se por Babiker. Será livre para seguir o seu coração, ou terá de se vergar às tradições apertadas da comunidade onde cresceu?

EL SGHAYRA - A Menina de Amira Géhanne Khalfallah, Algéria / França (2029), 13'
No deserto argelino, por entre as dunas, uma criança brinca alegremente com materiais encontrados no lixo, vê os filmes de Chaplin e mete-se com os seus vizinhos cegos.

Zombies de Baloji, República Democrática do Congo / Bélgica (2019), 14'
Ambientada na Kinshasa contemporânea, a curta-metragem aborda a relação quase carnal que mantemos com os nossos telefones móveis, que nos facultam o dom da ubiquidade.

MACHINI de Frank Mukunday, Tétshim, Bélgica / República Democrática do Congo (2019) 10'
A dependência da tecnologia converteu-nos em criaturas sonâmbulas, cobaias da história e das máquinas.

O fecho da apresentação do Periferias no CAEP, no dia 15 de Junho contara com uma sessão de musica África, a decorrer no Club Lounge, para festejar os 10 anos do festival, com Nelson Makossa um dj colecionador de vinil da dupla Irmãos Makossa.

Día 16 Julho Sábado - 18.30H

A Metamorfose dos Pássaros | Catarina Vasconcelos 1h 41min | M/12 | 2020  
Beatriz e Henrique casam-se quando ela tem apenas 21 anos. Ao longo da narrativa poética, os dois exploram a intimidade da relação familiar e a passagem do tempo, num percurso em que se apercebem de que partir é um requisito fundamental para o começo de algo novo.

 


16 JUL. SÁB. 21.30H
Glitch Fiction
Dança | GA | 5€ | M/6 anos


Glitch Fiction é uma peça para duas intérpretes que recorrem à técnica da composição estética de colagem e exploram através do movimento e da imagem a tensão entre a verdade e a manipulação, o real e o ilusório.   
Como coexistir num mundo repleto de informação que nos bombardeia sem pausas?
Quem nos diz a verdade quando estamos sós?
Esta criação resulta da inquietação que procura preencher o vazio do “Glitch” e encontrar sentido nas mensagens do sistema.  
Não chegará uma vida para conhecer toda a história do mundo, mas a história do mundo, marcará o rumo de todas as vidas.   

Criação e interpretação: Lorena Sequeyro, Sara Afonso
Desenho de Luz: Zeca Iglésias
Sonoplastia: Nuno Jesus
Cenografia e Figurinos: Lorena Sequeyro, Sara Afonso
Residência Artística de Co-Produção: CAE Portalegre
Co-Produção: CAE Portalegre

Sara Afonso, nascida em Portugal em 1989, é licenciada em Criação e Interpretação de Dança pela Escola Superior de Dança. Completou os seus estudos no Institut del Teatre, em Barcelona e frequentou a Formação Olga Roriz-Dance Theater, em 2015/2016.

Lorena Sequeyro (1990, León, Guanajuato, México) explora a relação entre grafismo e música, usando meios analógicos e digitais. Estudou Artes Plásticas na National School of Fine Arts "La Esmeralda" (Cidade do México, México). Atualmente vive em Portugal, onde continua a desenvolver e expandir o seu trabalho artístico.