23 ABR. SEX. 19.00H
Morte de um caixeiro viajante
Rede Eunice Ageas
Artistas Unidos
Teatro | GA | 10€ | M/12 anos


Morte de um caixeiro viajante de Arthur Miller, encenado por Jorge Silva Melo, numa produção Artistas Unidos e uma co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II e o Teatro Nacional São João.

Estados Unidos, anos 40. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos desvanecerem--se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Em Morte de um caixeiro viajante, assiste-se a uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência do fracasso a derradeira violência. Escrita por Arthur Miller no imediato pós-guerra, chega-nos agora como um sentido Requiem por uma sociedade que se baseia no triunfo individual. Um dos retratos mais magoados do Sonho Americano.

De: Arthur Miller
Encenação: Jorge Silva Melo
Tradução: Ana Raquel Fernandes, Rui Pina Coelho
Com: Américo Silva, André Loubet, António Simão, Helder Bráz, Joana Bárcia, Joana Resende, José Neves, Pedro Baptista, Pedro Caeiro, Paula Mora, Sara Inês Gigante, Tiago Matias, Vânia Rodrigues
Cenografia e figurinos: Rita Lopes Alves
Som: André Pires
Luz: Pedro Domingos
Assistentes: Nuno Gonçalo Rodrigues, Joana Resende
Produção: Artistas Unidos
Co-Produção: Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João
Apoio: Câmara Municipal de Lisboa
Projeto financiado pela República Portuguesa - Cultura / DGArtes


 

29 ABR. QUI. 21H
Ciclo in-ti-mis-ta – Tiago Sousa - Oh Sweet Solitude
Contemporâneo | PA | 4€ | M/6 anos


Tiago Sousa apresenta o seu novo álbum, “Oh Sweet Solitude”, sucessor de “Um Piano nas
Barricadas”, de 2016. As novas composições para piano solo continuam e expandem o caminho estético inaugurado por “Insónia”, de 2009, em que o carácter livre e improvisativo de abordagem minimalista dialoga com a música contemporânea e exploratória, com o jazz e com a música impressionista francesa, para formar uma identidade muito própria que desafia as fronteiras dos diferentes estilos e fórmulas musicais.

 

30 ABR. SEX. 21H
Manel Cruz – Bolha (solo)
Pop | GA | 10€ | M/6 anos


“O acontecimento de tocar a solo é para mim uma coisa recente. Comecei por limitar-me a tocar as minhas canções num formato acústico e na sua vertente mais convencional, que continua para já a ser a base. Mas fui percebendo que em todos os espectáculos a interacção com o público os tornava diferentes em diversos aspectos. E começou a interessar-me esta ideia de assumir aquele espaço como um lugar antes de mais de experimentação, quer ao nível musical quer da interacção com outras disciplinas, e até mesmo com o público. E conferir-lhe esse carácter evolutivo na sua própria génese. Para mim é uma casa nova com vontade de ser vivida.”
Manel Cruz