10 SET. SÁB. 21.30H
VITAL_Solo à morte de um carregador
Dança | GA | 5€ | M/6 anos


Completamente embebida na sua vida virtual, esta mulher vive o drama da avaria do seu carregador de telemóvel, incapaz assim de a conectar com o seu mundo. Sozinha, fechada na sua bolha e entre os seus laivos de loucura, revolta-se pela falta do único elo de ligação ao que a sustenta, alimenta e nutre. Terá de se suportar e de suportar a “realidade” que criou e que não conhece. Redescobrir-se no material e concreto, e ganhar consciência de si, algo que há muito perdeu, enleada em múltiplas camadas que construiu de si própria, pouco francas à sua verdade.
 
Conceção, Criação e Interpretação: Marta Jardim
Desenho de Luz e Som: Marta Jardim
Conceção da Cenografia e Adereços: Marta Jardim e P.drujardim
Execução da Cenografia e Adereços: P.drujardim
Conceção dos Figurinos: Marta Jardim e Carmen Alves
Execução dos Figurinos: Carmen Alves
Fotografias Promocionais: Inês Sambas
Entidade de Produção: BI.ACTRIZ Associação de Artistas
Co-produtores e Apoio à Residência: CAE Portalegre e Lendias de Encantar
Co-produção de Residência: O Espaço do Tempo
Apoios à Criação: Companhia Olga Roriz, Real Pelágio, Centro Cultural Paredes de Coura
Apoio ao Acolhimento: Escola de Mulheres

 


17 SET. SÁB. 21.30H
Má Sorte
Teatro | GA | 5€ | M/16 anos


Dois corpos a quem o desejo é proibido, pelo sangue que partilham, cometem vários crimes que nos excitam os sentidos. Afinal, o que desejamos quando nem Deus nos vê?
“Má Sorte”, a partir do original “Má Sorte Ter Sido Puta”, de John Ford, numa adaptação que se centra num amor egoísta, diabólico e destruidor, resgata o que de mais diabólico há na perversão, o fim da humanidade.

Co-produção entre: Buzico!Produções, UmColetivo e CAE Portalegre
Encenação: Paulo Lage
Produção: Duarte Nuno Vasconcellos
Versão Cénica: Cátia Terrinca e Sofia Berberan, a partir da tradução de Cucha Carvalheiro
Interpretação: Cátia Terrinca e Pedro Manana
Cenografia: Bruno Caracol
Figurinos: Mónica Cunha e Olga Amorim
Adereços: Xana Capela
Desenho de Luz: João P. Nunes
Desenho de Som: Frederico Pereira
Design: David Costa
Fotografia de Divulgação: Leandro Fernandes
Este espetáculo tem apoio à criação da DGArtes

 



22 SET. QUI. 21.30H
Liberum Quartet
Festival Made in Portalegre
Música Clássica | PA | 5€ | M/6 anos


Liberum Quartet é um grupo formado por quatro jovens saxofonistas portugueses, que surgiu durante os seus estudos na Universidade de Aveiro, com o Professor Fernando Ramos, graças à sua grande paixão pelo saxofone e a uma vontade enorme de tocar música de câmara. Fazem parte do seu repertório tangos, fados, música religiosa, música clássica, entre outros, mas sempre com entretenimento e vontade de transmitir um novo conhecimento ao seu público.

No ano de 2019 apresentaram-se nos Festivais de Outono (Aveiro), na Casa Branca de Gramido (Gondomar) e também em Alcobaça, Estarreja e Espinho. No mesmo ano foram premiados com o 2º Lugar na “1ª Edição do Concurso de Música de Câmara NEMu”.
Nos anos 2020/21 apresentaram projetos de música mais versátil. Fazem parte do repertório Tangos, Fados, Música Religiosa, Música Clássica entre outros, mas sempre com entretenimento e vontade de transmitir um novo conhecimento ao seu público. Foram também convidados a participar no Festival Internacional de Saxofones de Palmela, um dos mais importantes Festivais de saxofone em Portugal."

23 SET. SEX. 21.30H
The Lagoyans + Os Sabugueiros
Festival Made in Portalegre
Folk | CC | 3€ | M/6 anos


The Lagoyans são formados por Luís Garção, nas vozes, melódica e misturas, Nuno Alegria, no baixo e João Delicado, na guitarra. Desde a Serra de S. Mamede, trazem-nos sonoridades dub e reggae, fortemente influenciadas por nomes como Lee Scratch Perry, King Tubby, Augustus Pablo, Mad Professor, Scientist, Bobby Kalphat, e muitos outros. Descontraídos e descomplexados, podem esperar deste trio uma autêntica viagem intergaláctica, com cativantes linhas de baixo e muito reverb e delay.

Os Sabugueiros, inspirados na floresta do Alto Alentejo, conheceram-se em Marvão. Estes músicos viajantes misturam vivências e influências musicais das suas terras, oferecendo um concerto explosivo e interativo, cheio de energia, humor, histórias e ritmos variados, criando um som próprio e sólido, como a paisagem serrana do Interior.


24 SET. SÁB. 21.30H
Ricardo Gordo
Festival Made in Portalegre
Folk | PA | 5€ | M/6 anos


Nascido em Portalegre, Ricardo Gordo já editou e produziu vários álbuns, a solo ou em colaboração, com artistas como Dulce Pontes, Stereossauro, Beatbombers, Secret Lie e muitos outros, além de ter também colaborado com Eneida Marta, The Legendary Tigerman, Carlos do Carmo, Paulo de Carvalho, Rui Reininho, DJ Ride, Chullage, Dino Santiago, Ana Moura, Gisela João, Slow J, Capicua e José Cid, por exemplo.
O desafio deste colecionador de experiências e emoções é o de sempre: procurar a sua sonoridade (eventualmente em novos alter-egos e heterónimos musicais), quebrar preconceitos e tocar aquilo que sente… seja numa guitarra elétrica, seja na guitarra portuguesa. Apresenta-se em palco com Samuel Lupi - Guitarras, Madrak - Samples, sintetizadores, baixo e João Carriço - Bateria. Como convidada especial neste concerto, teremos o prazer de receber Mariangela Demurtas (Tristania/Ardours).

24 SET. SÁB. 23H
Spinning Sparks + Forja Negra
Festival Made in Portalegre
Metal | CC | 3€ | M/6 anos

Os Spinning Sparks formaram-se em Portalegre, no ano de 1997, tendo já gravado 5 EP’s promocionais e participado também em diversos festivais de música.
A banda é atualmente composta pelo vocalista/guitarrista José Janeiro, pelo baterista Ricardo Brito e pelo baixista Pedro Silva.
Do seu repertório atual constam temas da formação inicial até ao presente, continuando fiéis a si próprios, sendo o rock a palavra de ordem para a sua sonoridade, que apesar de algumas mutações, sempre manteve a sua essência primordial.

Forja Negra (anteriormente os Forja) é um projeto musical formado em 2018, em Portalegre, constituído por Daniel, na guitarra/voz, Luís, na guitarra/voz, João, no baixo/voz e Ricardo, na bateria. Com uma sonoridade distintamente trash old school, fruto da sinergia, influências e vivências pessoais dos seus elementos, o seu objetivo é “forjar metal”.
Tendo sofrido alteração dos seus membros e nome, a banda apresenta-se agora revigorada, apontando para o final do ano o lançamento do seu primeiro EP.

 


30 SET. SEX. 21.30H
Ciclo in-ti-mis-ta – Mariana Reis
Cantautora | PA | 5€ | M/6 anos


Mariana Reis estuda música desde os 8 anos, tendo começado com aulas de piano, que frequentou durante 11 anos. Aos 14, aprendeu a tocar guitarra sozinha e sem aulas. A composição de temas ao piano e à guitarra surgiu naturalmente e, para além de compor os seus próprios temas, também o faz para outras pessoas.
Depois de ter editado o tema "Engana-me hoje, eu deixo", em 2021, Mariana Reis lançou o seu segundo single, "Coisas por dizer", também o nome do seu primeiro EP, em maio de 2022.
Nas canções de Mariana Reis, podemos escutar histórias de todos os dias, interpretadas com uma voz delicada, sempre suportada por sons simples e intimistas ao piano, guitarra e cordas.



 


7 e 8 OUT. SEX. e SÁB. 21.30H
12º Festival One Man Band
Blues / Rock | CC | 3€ | M/6 anos


7 de Outubro

Sergi Estella (Espanha) é um músico extraordinário. É compositor, cantor, multi-instrumentista e criador de instrumentos musicais extremamente originais. Os seus instrumentos caseiros são muito peculiares, como é o caso da guitarra que construiu com latas de cerveja. Sergi Estella toca bateria com os pés enquanto arranha instrumentos feitos por ele mesmo e dispara versos ásperos e repletos de humor.

Bzomb (Venezuela) traz o exorcismo onde o country blues, o hill country blues, o rock ‘n’roll e o rockabilly explodem em canções selvagens cheias de mojo, dores de cabeça e túmulos que parecem sair das profundezas do rio Mississippi, para sacudir as nossas fundações com as guitarras assombradas, contruídas com as suas próprias mãos.

“Branta one woman band é um género de aves. Há muitas Brantas, e algumas migram, como eu. Voo por vários países, sons, vozes, ritmos, raízes. Gosto do nascer das músicas em pontos diferentes do mundo, que é tão pequeno e tão grande. Voo em loop entre muitos instrumentos, que acordam as músicas que escolho para esta rota”.

8 de Outubro

King Automatic (França) encontra a sua inspiração no rocksteady jamaicano, no rhythm 'n' blues, no bebop e na bateria tribal da África Ocidental, para mencionar apenas alguns dos ingredientes de um cocktail musical verdadeiramente exótico.
Para além da diversidade musical da sua música, King Automatic também libertou o rock 'n' roll do clichê lírico.

Van Tastik (Holanda) mistura Blues, Rock e Folk Americana com ritmos hipnóticos; instrumentos extravagantes e uma voz crua e crescente. Seja numa performance visceral acapela, um blues/rock ou uma doce e vibrante melodia Van Tastik vai capturar e prender a atenção de qualquer público.

O Sol Que Nos Consome é um one man band sediado no Alentejo. Canta em português com camadas de guitarras, sintetizadores e ritmos eletrónicos por baixo, inspirado pela natureza e a psicanálise.

 


15 OUT. SÁB. 21.30H
Discurso sobre o Filho-da-P***, de Alberto Pimenta
Teatro | GA | 5€ | M/14 anos


O filho-da-puta é um comemorativista, um amante das datas que celebram as mortes, um militante da acumulação do regresso do passado como peso e inércia dramática e kitsch, ele grita em surdina para si mesmo “Viva a Morte”, como o general de Franco, pois cultua as abstrações herói-maníacas, a megalomania e a grandiloquência, sendo admirador da tortura e do castigo, da sevícia. Sim, nele, tudo tem a ver com a morte, como refere Alberto Pimenta, com celebrar a morte mas também com flores de plástico.
Esta peça é um grito gramaticalmente impecável, rigoroso, pela liberdade livre e contra o preconceito e o amiguismo hipócrita e nepótico que continua a constituir os modos da nossa sociabilidade, sempre muito atravessada de ambições de poder e poderes.

Direção: Fernando Mora Ramos (Encenação) e Miguel Azguime (Composição Musical)
Quarteto de Cordas Vocais: Cibele Maçãs/Fábio Costa/Marta Taveira e Nuno Machado
Galeria de Retratos de FDP'S: José Serrão
Estátua do FDP: Mariana Sampaio
Iluminação: António Anunciação e Lucas Keating
Cenografia e Figurinos: Fernando Mora Ramos
Produção: Ana Pereira

 


12 NOV. SÁB. 21.30H
Casa Portuguesa
Rede Eunice Ageas
Teatro Nacional D. Maria II
Teatro | GA | 10€ | M/12 anos


Casa Portuguesa conta a história (ficcional) de um ex-soldado da Guerra Colonial que, dialogando com os seus fantasmas, se vê confrontado com a decadência e a transformação do ideal de casa, de família, de país e do cânone da figura paterna.
Um retrato do que foi, do que é e do que poderá ser (ou não ser) a célula familiar patriarcal por excelência, a casa, tendo como pano de fundo os acontecimentos recentes da nossa democracia e revisitando a mais dolorosa das feridas abertas da nossa história.

Texto e Encenação: Pedro Penim
Interpretação: Carla Maciel, João Lagarto, Sandro Feliciano e Fado Bicha (Lila Tiago e João Caçador)
Cenário: Joana Sousa
Figurinos: Béhen
Luz: Daniel Worm d’Assumpção
Som: Miguel Lucas Mendes
Assistência de Encenação: Bernardo de Lacerda
Produção: Teatro Nacional D. Maria II


 


19 NOV. SÁB. 21.30H
António Zambujo - ‘Voz e Violão’
Pop | GA | 15€ | M/6 anos


António Zambujo é um dos maiores artistas, autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesas, e um dos seus mais notáveis embaixadores no mundo.
Ao incorporar influências do cancioneiro brasileiro, em particular a Bossa Nova, derrubou fronteiras, reais e imaginárias, aproximando os dois lados do Atlântico. Com isso, a sua música, primeiro forjada na tradição do Cante Alentejano e do Fado, criou uma personalidade única e inspirou um novo ciclo na música portuguesa.
Ao seu nono álbum, “António Zambujo Voz e Violão”, de 2021, o músico inspira-se no nome de um dos discos da sua (e da nossa) vida, “João Voz e Violão”, álbum de João Gilberto editado em 1999, e volta, nada acidentalmente, ao essencial.


 

30 NOV. QUA. 21.30H
Lisa Gerrard & Jules Maxwell - Burn
Música Contemporânea | GA | 15€ | M/6 anos


Em novembro de 2022, Lisa Gerrard e Jules Maxwell, dos Dead Can Dance, irão apresentar ao vivo, pela primeira vez e exclusivamente em Portugal, o seu aclamado álbum “Burn”, de 2021, sete composições emocionalmente ressonantes que cruzam drama, dinâmica, texturas eletrónicas exuberantes e ritmo num conjunto sumptuoso.
Lisa Gerrard é um nome incontornável no lado mais desafiante da música contemporânea, mas também alvo de devoção popular graças, por exemplo, à sua participação em obras como a banda sonora de “Gladiador”: a sua colaboração com Hans Zimmer valeu-lhe, aliás, um Globo de Ouro. Por seu lado, Jules Maxwell, que assegura os teclados nos Dead Can Dance, tem um vasto percurso musical, compondo regularmente para teatro, incluindo para a companhia Shakespeare Globe, em Londres.
Lisa Gerrard começou a trabalhar com Jules Maxwell em 2012, na tournée mundial dos Dead Can Dance e as suas colaborações de escrita também foram apresentadas no trabalho de “Le Mystère des Voix Bulgares” e Joachim Witt.
Os espetáculos irão incorporar os sete espantosos filmes de David Daniels, Jacob Chelkowski e Michal Sosna, que foram encomendados para acompanhar o álbum, e irão também incluir excertos dos álbuns ambientais a solo de Jules Maxwell, “Nocturnes” e “Cycles”, para abrir a noite.

 


3 DEZ. SÁB. 21.30H
Queen - The show must go on
162.º Aniversário da Sociedade Musical Euterpe
Música Ligeira | GA | 10€, 7€ <12 anos | M/6 anos


Os Queen são uma das bandas de rock mais marcantes de sempre. Freddy Mercury contagiava todos os que o ouviam, com a energia poderosa da sua voz.
A Banda Euterpe irá recriar os grandes temas desta banda, trazendo a sua energia para palco. Para tal, contará com alguns convidados muito especiais na voz, coro, guitarra e piano.


 



9 DEZ. SEX. 21.30H
Mãos de Obra
Dança | GA | 5€| M/6 anos


O ponto de partida para esta peça é a tapeçaria mural de Portalegre. A sua produção é manual e parte de uma obra original de um pintor, para se transformar noutra obra de arte original têxtil. Esta proposta assegura-lhe uma continuidade, através de uma nova construção em formato imaterial: música e movimento.
Além do património têxtil edificado, a manufatura das tapeçarias de Portalegre representa um património social, uma memória coletiva que preenche o imaginário dos que habitam esse lugar. Aí reside a âncora desta proposta, a investigação que envolve a comunidade e que se irá refletir no processo criativo para a representação cénica.
Estes contributos darão lugar a um espetáculo feito em colaboração com uma bailarina e um músico. Procura-se que o tecer destes pontos de vista, destas técnicas e destas linguagens encontrem um caminho comum e provoquem uma ressonância para que o segredo que faz parte da identidade partilhada não se perca no fio do tempo.
 
FICHA ARTÍSTICA
 
Criação e Interpretação: Sara Afonso, Simeon Walker
Cenografia e Figurinos: Sara Afonso
Imagem/Vídeo: Lorena Sequeyro
Desenho de Luz: (a definir)
Residência Artística/Co-Produção: CAE Portalegre



 

15 DEZ. QUI. 21.30H
Régio
Música Ligeira | GA | 5€ | M/6 anos


Dar uma Toada ao poeta que deu uma Toada a Portalegre, é o grande objetivo do projeto Régio, que dá vida e voz a poemas de José Régio. Sentir Portalegre como o poeta a sentiu nos 30 anos em que fez da cidade a sua casa, sentir José Régio na alma dos que aqui vivem e a ele estão eternamente ligados e tornar viva a sua obra através da música, são os pilares de um projeto que une músicos portalegrenses de diferentes influências, numa criação musical única, que deixa um tributo para as gerações vindouras e que preserva memórias nas muitas gerações inspiradas por José Régio.

FICHA ARTÍSTICA

Composição musical : Bruno azeitona
Produção musical : Ivo Reis
Vocalista : Ana Mónica
Guitarra acústica : André Marmelo
Guitarra Portuguesa : Nuno Cirilo
Baixo : Bruno Azeitona
Backing Tracks : Ivo Reis
Residência Artística/Co-Produção: CAE Portalegre


 

16 DEZ. SEX. 21.30H
Ciclo in-ti-mis-ta – Joana Serrat - Hardcore from The Heart
Cantautora | PA | 5€ | M/6 anos


A cantautora catalã Joana Serrat regressou aos discos em 2021, com a edição de “Hardcore from the Heart”, depois de em 2017 ter publicado o aclamado “Dripping Springs”.    
Desta feita, a compositora e música deixou a sua terra natal de Vic e viajou até Denton, no Texas, onde se juntou ao engenheiro de som e produtor Ted Young (Kurt Vile, Sonic Youth, entre outros), e o seu som distinto, que alguém caraterizou como folk gaze, ganhou ainda mais forma e dinâmica.
Joana Serrat já visitou Portugal por diversas vezes, quer em concertos integrados em festivais, como Paredes de Coura e Gente Sentada, quer a solo.


 

17 DEZ. SÁB. 21.30H
The Gift - Coral
Pop | GA | 10€ | M/6 anos


“Dos estímulos que menos esperamos saem respostas. Como o filme  “La Grande Belleza”, de Paolo Sorrentino, que começa com um coro de nove vozes, que alimentam os quotidianos de tantas vidas. Como se as vozes conduzissem a banda sonora daquilo que fazemos, daquilo que somos... E se a raiz desse som que buscamos fosse o ser humano... A voz. As vozes.
A folha em branco encontrada. Um coro de um lado, ou no núcleo da folha... As múltiplas vozes dão a forma, o conteúdo, a mensagem. A outra voz, da Sónia por cima de tudo. As letras em português.
As vozes que fazem melodia, harmonia e ritmo e que dizem palavras.  Carregam e elevam o sentido de cada frase...  
A vida é  feita de contrastes, de coisas certas e erradas, de momentos bons e maus, de dias e noites. E depois do veludo da parte humana, o contraste...  O áspero da eletrónica. Crua, rude, cruel”.