9 JAN. SÁB. 17H
Concerto de Reis
Grupo de Cantares de Portalegre | GA | Entrada Livre | M/4 anos


Passou mais um ano e a tradição mantém-se. O Natal acontece e nós continuamos a cantar os Reis. Com o grupo Modas de Ródão, interpretaremos os ‘nossos’ temas de Natal e daremos a conhecer algumas cantigas de Reis de diferentes zonas do país.
Como sempre, a festa não se faz sem a sua presença!

16 JAN. SÁB. 21.30H
Trovas & Canções, Atores, Poetas e Cantores
Multidisciplinar | GA | 12€, venda antecipada 10€ | M/4 anos


“Trovas & Canções, Atores, Poetas e Cantores”, da autoria de Paula Carvalho e Paulo Mira Coelho, é um espetáculo inédito, pela forma como reúne três gerações de atores, e outros grandes profissionais, ao redor da figura de Ruy de Carvalho. Não será o teatro apenas a estar presente, através dos desempenhos de João de Carvalho e Henrique de Carvalho, filho e neto do ator, mas também a linda voz da fadista e atriz, Ana Marta, ao som da guitarra portuguesa do Professor Ricardo Gama e da guitarra clássica de João Correia.

Este evento pretende recordar uma mão cheia de poemas, que tornaram famosas algumas da nossas grandes canções, da autoria de Pedro Homem de Mello, Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Ary dos Santos, Manuel Alegre, Florbela Espanca, entre outros, e haverá ainda uma homenagem a três grandes nomes da nossa literatura, Gil Vicente, Luís Vaz de Camões e Bocage. 

23 JAN. SÁB. 21.30H
We Trust
Pop | GA | 7€ | M/4 anos


O projeto We Trust, liderado pelo mentor André Tentugal - que já trabalhou com nomes como os X-Wife, Old Jerusalem, The Weatherman, Mind da Gap, Foge Foge Bandido, Kap Bambino, Divine Comedy, Scout Nibblet, Tiny Vipers ou Ariel Pink -, está no seu quarto ano de existência, sendo já considerado uma das mais proeminentes bandas do panorama nacional.

Após dois anos de retiro criativo, surge agora a primeira amostra do novo disco, o single de apresentação – We Are The Ones – com a participação especial de Diana Martinez, que tem conquistado quem o ouve.

O concerto do Centro de Artes terá ainda uma presença especial em duas músicas, do grupo MIP – Made in Portalegre.

30 JAN. SÁB. 21.30H
Paulo Gonzo - Concertos Intimos
Pop | GA | 25€ Plateia, 20€ Balcão | M/6 anos


Paulo Gonzo comemora os seus 40 anos de carreira em 2016, um percurso que ao longo dos anos nos tem dados músicas de que nos apropriámos, histórias em que nos revemos, sonhos que não experimentámos.

Paulo Gonzo é uma referência obrigatória da música produzida em Portugal nas últimas duas décadas, um artista que consegue apelar tanto ao público feminino, como ao masculino, abrangendo também diversos escalões etários, prova do talento e do sucesso de Paulo Gonzo como cantor, compositor e performer.

6 FEV. SÁB. 21.30H
UHF "O Melhor de 300 Canções"
Rock | GA | 12 €, Venda Antecipada 10€ | M/4 anos


Em outubro de 2015, foi lançada ao público a coletânea de carreira dos UHF, “O Melhor de 300 Canções”, um repertório que começa em 1979 com “Jorge Morreu”, e segue até 2015, com o inédito “Soube Sempre Que Eras Tu”.

São 35 sucessos de carreira e dois inéditos, que revelam gravações originais, regravações de clássicos, takes ao vivo e canções nunca antes editadas no formato digital. Este duplo CD mostra dois universos do som dos UHF: o “Rock” e o “Roll”.

Em 2016, o espetáculo “O Melhor de 300 Canções” retratará ao vivo os sucessos de uma carreira imensa.

13 FEV. SÁB. 16.30H
Concerto do 36º Aniversário do Orfeão de Portalegre
Coral | GA | 3 € | M/4 anos


O Orfeão de Portalegre comemora o seu 36.° Aniversário, 36 anos de muitos concertos, tanto em Portugal, como em Espanha, França e Itália.

Partilhamos este espetáculo com a nossa Cidade, que ao longo destes anos nos tem apoiado com a sua presença nos nossos concertos, e que nos incentiva a continuar, cumprimentando-nos pelos nossos êxitos.

O nosso Obrigado, pelo carinho que nos dedicam.

13 FEV. SÁB. 21.30H
The Happy Mess
Indie Rock | PA | 8 € | M/4 anos


The Happy Mess é um dos projetos mais acarinhados do Indie Rock em Portugal, tendo nascido em 2011. Um ano depois, gravaram o seu primeiro EP, “October Sessions”. Em 2013 saiu o álbum de estreia, “Songs From The Backyard”.

Em 2016, The Happy Mess realizará uma tournée de concertos, em que apresentará ao vivo o seu mais recente trabalho – “Half Fiction” -, lançado em finais de 2015.

“Half Fiction” é um disco que revela uma sonoridade cada vez mais evidente no universo do Indie Rock, com tonalidades de eletrónica e que se divide entre canções que mergulham em estórias e personagens ficcionadas e outras tantas reais, inquietas e politicamente inconformadas.

18 FEV. QUI. 21.30H
António Eustáquio Guitolão e Carlos Barretto Contrabaixo
World Music | GA | 10 €, Venda Antecipada 8€ | M/4 anos
10 anos de CAE Portalegre


É um dos discos mais importantes da música instrumental portuguesa dos últimos anos. Após o concerto esgotado na Culturgest em Lisboa, apresentações no Theatro Circo de Braga e em cidades como Castelo de Vide, Marvão, Viana do Castelo, Miranda do Corvo e Elvas, António Eustáquio e Carlos Barretto apresentam a sua música única em Portalegre.

“Este disco é uma mina” Rui Eduardo Paes in jazz.pt Junho 2015

“Este é um álbum de extrema importância para  a música portuguesa” Manuel Halpern in Jornal de Letras. Junho 2015

“Um grande disco (...) admirável, algures entre a musica étnica, o fado o jazz e outras influências” Nuno Rogeiro in SIC Noticias Junho 2015

“Uma viagem sonora  pelos mais variados territórios musicais: jazz, musica tradicional e até algum rock. “ Miguel Judas in Diário de Noticias, Novembro 2014

20 FEV. SÁB. 21.30H
The Black Mamba Acústico
Blues / Funk | GA | 7€ | M/4 anos


Maio de 2010 foi a data da junção de Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais, enquanto grupo. The Black Mamba foi o nome que batizou o trio e o disco da estreia, a inspiração encontrada para em conjunto ‘provarem do seu próprio veneno’. A química e a experiência destes músicos permitiu-lhes percorrer o universo do blues, soul e funk, numa adaptação ao seu habitat natural.

Em 2014, foi lançado o seu segundo disco de originais, "Dirty Little Brother", em que colaboraram nomes como Aurea, António Zambujo, Silk (Cais Sodré Funk Connection) e Orlanda Guilande.

27 FEV. SÁB. 21.30H
Kind of Magic & The Flashing Voices
Tributo aos Queen
Pop | GA | 12 €, Venda Antecipada 10€ | M/4 anos


Kind of Magic & The Flashing Voices nascem da paixão pela música dos Queen e do desejo de a celebrar da melhor forma, partilhando-a ao vivo fielmente, com a grandiosidade que a caracteriza, apresentando-se ao vivo com 9 músicos em palco, 4 dos quais em dedicação exclusiva à voz.

Kind of Magic & The Flashing Voices interpretam músicas que são clássicos intemporais da música pop, em espetáculos que marcam pela alegria que transmitem em palco, numa interação entre banda e público que torna cada concerto único, numa verdadeira celebração do legado dos míticos Queen.

5 MAR. SÁB. 21.30H
Berg - Concertos Intimos
Pop | GA | 12.5€ Plateia, 10€ Balcão | M/6 anos


Em fevereiro de 2014, Berg foi o grande vencedor do Factor X Portugal, o que o fez abraçar a sua carreira a solo e conquistar o merecido reconhecimento público. Músico de profissão há vários anos, neste novo trabalho Berg apresenta um leque de canções, divididas entre o português e inglês, pelas quais navega com naturalidade, e onde mostra a sua versatilidade vocal e o domínio de vários instrumentos.

Após vários anos de carreira a acompanhar os mais importantes músicos portugueses, é um Berg mais maduro e confiante que assume com naturalidade esta nova etapa da sua vida, onde a sua faceta de frontman e homem de palco é evidenciada.

11 MAR. SEX. 21.30H
Mari Kvien Brunvoll / Stein Urheim  (Noruega)
13º Portalegre JazzFest | GA | 8 € (oferta 1 CD)  / Passe 25 € (oferta 4 CDs) | M/4 anos


Mari Kvien Brunvoll :: voz, efeitos, loops, kazoo, kalimba, saltério, percussão, roll up piano, caixa de ritmos
Stein Urheim :: voz, guitarras, baixo, flauta, bouzouki, tamboura, percussão, efeitos, loops

Instrumentos como saltério, kalimba, bouzouki, kazoo, flautas de madeira, piano “de enrolar”, drum machine e outros do género não são propriamente comuns nos domínios do jazz e da música improvisada, mas a eles se dedica, muitas vezes processando-os electronicamente e samplando-os, a dupla escandinava constituída pelos multi-instrumentistas e cantores Stein Urheim e Mari Kvien Brunvoll. A ideia é recuperar na prática da improvisação o tipo de jogo que as crianças adoptam quando brincam com os sons, tornando isso num método criativo sério, ainda que aplicado com um sorriso. Os resultados são surpreendentes, podendo lembrar a Penguin Café Orchestra ou as bandas sonoras de Ennio Morricone para os filmes spaghetti, bem como tentando as mais inusitadas das combinações: uma bossa nova de carácter interestelar, algo que poderia ter sido tocado pelos Can ou por Sun Ra, um dub de cores folclóricas, como se Lee “Scratch” Perry e Sandy Denny tivessem passado um fim-de-semana juntos, ou uma música barroca a resvalar para o lounge dos anos 1950, num estranho compromisso entre Bach e Dean Martin. É isso que encontramos no mais recente disco do projecto, “For Individuals Facing  the Terror of Cosmic Loneliness”, lançado em 2015 pela Jazzland. 




12 MAR. SÁB. 21.30H
Carlos Martins Quarteto (Portugal)
13º Portalegre JazzFest | GA | 8 € (oferta 1 CD)  / Passe 25 € (oferta 4 CDs) | M/4 anos


Carlos Martins :: saxofone
Mário Delgado :: guitarra
Carlos Barretto :: contrabaixo
Alexandre Frazão :: bateria

O disco “Absence”, o primeiro deste quarteto, trouxe claramente à discografia portuguesa um som diferente. Em primeiro lugar, na atitude determinada de guardar o maior silêncio possível dentro do som produzido, obrigando a uma disciplina inédita do coletivo. Terá sido também essa disciplina e a vontade de partilha da generosidade, que conquistou o coração de tantos portugueses, que escutaram “Absence” e o transformaram num dos discos de jazz mais vendidos dos últimos anos em Portugal. Agora haverá um novo disco, com outras nuances, que é a continuação de “Absence”, como um segundo volume mais alegre e quente, tocando uma inquietação calma inspirada ainda numa incerta nostalgia, sentindo o pulso do ambiente que vivemos aqui e no mundo. É também fruto do natural desenvolvimento da música, dentro de um sistema permeável como é o Quarteto, em contacto com o público nos concertos feitos entretanto, em performances iluminadas que se afastaram ligeiramente do som inicial.




11 e 12  MAR. SEX. e SÀB  23.30H
Sousa/Mira/Simões (Portugal)
13º Portalegre JazzFest | CC | 3 € / Passe 25 € (oferta 4 CDs) | M/4 anos

Miguel Mira :: Violoncelo
Pedro Sousa :: Saxofone
Afonso Simões :: Bateria

Este trio reúne três gerações de intervenientes de alta atividade e impacto na comunidade de música em Lisboa: Miguel Mira é um violoncelista completo, num pico de forma e criatividade, tendo também trabalho regular com uma das formações-chave do jazz contemporâneo nacional, o Motion Trio, de Rodrigo Amado.
Afonso Simões é um improvisador com mais de dez anos de trabalho público, tendo nos últimos anos estado ativo com a banda polidiscursista Gala Drop.
Pedro Sousa é saxofonista tenor e barítono, com colaborações em projetos ligados ao jazz, ao rock, ao noise e à experimentação mais desafiante..




18 MAR. SEX. 21.30H
Eric Revis Trio (EUA)
13º Portalegre JazzFest | GA | 8 € (oferta 1 CD)  / Passe 25 € (oferta 4 CDs) | M/4 anos


Eric Revis :: contrabaixo
Kris Davis :: piano
John Betsch :: bateria

Eric Revis é reconhecido, acima de tudo, como um contrabaixista de estilo único, com um som de madeira enorme, espesso e que consegue ser tão melódico quanto percussivo, swingando sempre, seja qual for o contexto. O músico norte-americano percorre com igual desenvoltura os circuitos do mainstream e da vanguarda, tendo já trabalhado com nomes como Betty Carter, Lionel Hampton, McCoy Tyner, Peter Brotzmann, Steve Coleman e Branford Marsalis.
A música proposta pelo grupo é afirmativa na sua identidade e clara na coesão conseguida, mas denota a variedade de interesses e influências de Revis e dos seus pares. Fica mesmo explicado que no alinhamento dos temas se repesquem partituras de autores tão apartados no tempo como na estética, como Thelonious Monk e Keith Jarrett.
Groove, subtileza e energia coexistem como é raro acontecer, não deixando ninguém indiferente.




19 MAR. SÁB. 21.30H
Chrome Hill (Noruega)
13º Portalegre JazzFest | GA | 8 € (oferta 1 CD)  / Passe 25 € (oferta 4 CDs) | M/4 anos


Asbjorn Lerheim :: guitarra
Atle Nymo :: saxofone
Roger Arntzen :: baixo eléctrico
Thorstein Lofthus :: bateria

Um grupo norueguês a tocar folk americana? Se os Chrome Hill fossem só isso, já seria invulgar o suficiente, mas o que nos propõem é ainda mais complicado, e por isso mesmo aliciante. A folk está lá, de facto, mas dentro de um invólucro jazz em que ainda cabe o rock, tal como este era entendido nas décadas de 1960 e 70, aquele rock agora ressurgido com designações como desert rock, stoner rock ou psych rock.
Os Chrome Hill podem ser originários da Escandinávia, mas na realidade vivem num país de fronteiras perdidas, que dispensa alfândegas e não entende conceitos como “imigração de pessoas” ou “importação de bens”. “Country of Lost Borders” é precisamente o título do seu novo disco, o quarto da sua carreira, indo mais fundo nas raízes, e designadamente as do jazz e do rock: os blues. Com eles, transportam a verdade essencial da música dos nossos dias, pesada tarefa em que são mestres de dimensão mundial.




18 e 19  MAR. SEX. e SÀB  23.30H 
Slow is Possible (Portugal)
13º Portalegre JazzFest | CC | 3 € / Passe 25 € (oferta 4 CDs) | M/4 anos


André Pontífice :: violoncelo
Bruno Figueira :: saxofone
Duarte Fonseca :: bateria
João Clemente :: guitarra
Nuno Santos Dias :: piano
Patrick Ferreira :: clarinete
Ricardo Sousa :: contrabaixo

Slow is Possible são a nova grande surpresa do jazz, num país que tido algumas nos últimos anos, como as revelações de Hugo Carvalhais, de Marco Barroso com o LUME, de João Guimarães com Zero e Fail Better! ou do Ensemble Super Moderne e do Coreto. No caso dos Slow is Possible, isso acontece por maior força de razão, já que os sete jovens músicos que o constituem não cresceram nos meios do jazz, sendo a sua formação clássica.
O jazz que praticam revela influências eruditas, mas também do rock e das músicas exploratórias, dando um relevo à melodia e ao ritmo que o torna particularmente acessível. O trabalho harmónico desenvolvido pelo grupo pode ser complexo, mas os seus temas ‘entram facilmente no ouvido’ e ficam lá, muito devido ao carácter cinematográfico das composições, fruto de um especial interesse pelo cinema experimental e por realizadores como Myra Deren e David Lynch.