14 ABR. SÁB. 21.30H
Orquestra de Cordas
Orquestra do Alentejo
Clássica | GA | 5€ | M/4 anos


A Orquestra do Alentejo surge da iniciativa de um grupo de artistas profissionais de música, com vários anos de experiência a tocar nas principais orquestras nacionais. Os músicos, estabelecidos no Alentejo, sentiram a necessidade de criar uma orquestra de câmara flexível e versátil em repertório e formação.
A ACODA – Associação Cultural Orquestra do Alentejo, apresenta-se como uma estrutura profissional, valoriza o conhecimento e a experiência dos seus membros na área, promove a difusão e criação de hábitos na comunidade para o desenvolvimento de uma prática musical com objetivos culturais, sociais, educativos e de lazer, para os quais muito contribui o envolvimento dos músicos da Orquestra do Alentejo.

Programa:

J. S. Bach (1685-1750) - Concerto Brandeburguês nº 3, BWV 1048
J. S. Bach - Ária da Suite nº 3, BWV 1068
A. Corelli (1653-1713) - Concerto Grosso, Op. 6, nº4
A. Vivaldi (1678-1743) - Sinfonia em Dó M nº 1, RV 719
G. F. Haendel (1685-1729) - Concerto Grosso, Op. 6, nº12, HWV 330
W. A. Mozart (1756-1791) - Adágio e Fuga, Kv. 546

21 ABR. SÁB. 22H
Ana Bacalhau - Nome Próprio
Pop | GA | 12,5€ | M/4 anos


“Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros. Quando era miúda, ouvia os graúdos a apontar-me o excesso de energia e inquietação e, sem perceber nada de carpintaria, convenci-me que o que me diagnosticavam era um caso bicudo de bichos que cara-pintavam. Houve um dia em que pediram um palco para si. Dei ao resultado deste trabalho de cara-pintaria o título de “Nome Próprio”. Para isso, contei com a preciosa ajuda de queridos e talentosos amigos, que entenderam tão bem aquilo que queria dizer.

A estima, o amor, as aparas de tristeza e alegria, transformei-os na música que poderão ouvir em “Nome Próprio”. Sinto-me feliz por ter conseguido aquietar os bichos-carapinteiros, ainda que momentaneamente. Percebi que não há razão para fugir deles. Há que abraçá-los e estimá-los e deixar que a sua incessante carapintaria me dê o fôlego de que preciso para cantar.”

24 ABR. TER. 21.30H
Semeando…Colhendo
Tradicional | GA | 4€ -10 anos, entrada livre | M/4 anos


É Abril!
É tempo de cravos vermelhos e de comemorar a Revolução!
Celebrar os valores de Abril é o que fará o Semeador, num espetáculo pensado para recordar os sons e as palavras que cantam a Liberdade.
Neste espetáculo, o Semeador interpretará alguns dos temas icónicos com os quais sempre celebraremos Abril.
Traga um amigo e venha fazer a festa!
Venha celebrar o 25 de Abril com o Semeador – Grupo de Cantares de Portalegre!

26 ABR. QUI. 21.30H
Angles 3
(Martin Kuchen/Ingebrigt Haker Flaten/Kjell Nordeson)
15º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 5€, Passe festival 20€ | M/4 anos

Martin Küchen: Saxofones
Ingebrigt Haker-Flaten: Contrabaixo
Kjell Nordeson: Bateria e Percussão


Depois dos vários formatos Angles (de 6 a 10), teremos entre nós, pela primeiríssima vez no continente europeu depois da gravação de “Parede”, a nova variante do projeto que o saxofonista sueco iniciou recentemente com uma digressão pelos Estados Unidos, intitulada Angles 3.

A combinação dos superlativos talentos dos três músicos é explosiva, servindo da melhor maneira os conceitos composicionais de Küchen, que vão tanto beber ao folclore dos países gelados lá de cima como à quente África, ao mesmo tempo empurrando o líder a fazer os mais estonteantes solos de saxofone que podemos imaginar. E olhem que este Martin Küchen é um dos melhores sopradores que pelo jazz circulam nestes dias. Mais uma vez, vai acontecer algo de extraordinário em Portalegre, uma embaixada do melhor jazz que se faz hoje na Europa. Não vão perder a oportunidade, pois não?

27 ABR. SEX. 21.30H
Bill Frisell & Thomas Morgan – Small Town
15º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 10€, Passe festival 20€ | M/4 anos

Bill Frisell: Guitarra
Thomas Morgan: Contrabaixo


“Small Town” apresenta o guitarrista Bill Frisell e o contrabaixista Thomas Morgan num programa de duetos, captado originalmente ao vivo no conhecido Village Vanguard, em Nova Iorque.
Frisell teve o seu início como líder na editor ECM em 1983, com o igualmente intimista disco “In Line”, que o estabeleceu como um dos mais distintivos guitarristas modernos, com uma sonoridade muito própria.
Thomas Morgan tem sido o contrabaixista de escolha para variados artistas da ECM, como Tomasz Stanko, Jakob Bro, David Virelles, Giovanni Guidi e Masabumi Kikuchi.

“Small Town” contém várias homenagens a amigos e inspirações dos dois músicos, como por exemplo a conhecida Carter Family, e termina com o tema “Goldfinger”, banda sonora do filme de James Bond, com “a atmosfera dessa música levando-me de volta ao início dos anos 60, quando comecei a ficar entusiasmado por tocar guitarra. A música em si é muito cool, com coisas extraordinárias a acontecer na melodia e na harmonia, quase de forma subliminal”, recorda Frisell.

28 ABR. SÁB. 21.30H
Ricardo Toscano Quarteto + Slow is Possible
15º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 10€, Passe festival 20€ | M/4 anos

Ricardo Toscano: Saxofone Alto
João Pedro Coelho: Piano
Romeu Tristão: Contrabaixo
João Pereira: Bateria


O jazz praticado pelo Ricardo Toscano Quarteto é um “mainstream”, sem preocupações de inovação e muito menos de experimentação, mas são tais a frescura, a energia, a entrega e a personalidade própria dados aos temas, “standards” incluídos, que o Ricardo Toscano Quarteto conquistou a unanimidade do aplauso. Já não é só de bom jazz que se trata, mas de brilhantismo.

A linguagem adoptada é a do bebop e do pós-bop, com claras influências de Charlie Parker e um repertório de originais e composições históricas que vai até Ornette Coleman. Na moldura destas, e suportado por uma secção rítmica em combustão permanente, o alto de Toscano voa com a desenvoltura e a agilidade de uma águia.

André Pontífice: Violoncelo
Bruno Figueira: Saxofone
Duarte Fonseca: Bateria
João Clemente: Guitarra
Nuno Santos Dias: Piano
Ricardo Sousa: Contrabaixo


São a nova grande surpresa do jazz, num país que as tem tido algumas nos últimos anos. No caso dos Slow is Possible, por maior força de razão: os seis jovens músicos que o constituem não cresceram nos meios do jazz: a sua formação é clássica.

O jazz que praticam revela influências eruditas, como não podia deixar de ser, mas também do rock e das músicas exploratórias, dando um relevo à melodia e ao ritmo que o torna particularmente acessível. O trabalho harmónico desenvolvido pelo grupo pode ser complexo, como estranhas serão a um ouvido não treinado algumas situações sonoras que explora, mas os seus temas entram facilmente no ouvido e ficam lá.

Slow is Possible é a música de câmara que toca quem ouviu Charles Mingus, John Coltrane, Mr. Bungle e Keiji Haino e resulta tão bom quanto o melhor que se poderia desejar.

27 e 28 ABR. SEX. e SÁB 23.30H
The Rite Of Trio
15º Portalegre JazzFest
Jazz | CC| 3€, Passe festival 20€ | M/4 anos

André Silva: Guitarra
Filipe Louro: Contrabaixo
Pedro Melo Alves: Bateria


O que ouvimos nos The Rite of Trio envolve tendências do jazz, como o hard bop e o free e do rock, como o metal e o prog, mas tal não acontece por esquematismo fusionista e sim por desprezo pela autoridade (leia-se: a autoridade do jazz e a autoridade do rock).

Nada mau, para músicos que fizeram do jazz e do rock as suas vidas – por exemplo, Louro faz parte de pelo menos duas formações de primeira linha da cena jazz do Porto, O Grilo e a Longifolia e o Eduardo Cardinho Quinteto, e ele e Pedro integram dois conhecidos grupos de rock, Salto e Catacumba. Com esta outra banda, vêm dizer que não aceitam as proibições e os tabus que lhes chegam de ambos os lados, que não se conformam, que têm necessidade, como já anunciaram, de «tocar música sem regras, sem ambições e sem expectativas».






4 MAI. SEX. 21.30H
Miguel Gameiro - Acústico
Pop | GA | 10€ | M/4 anos


"Maria" marca o regresso de Miguel Gameiro, antigo vocalista dos Pólo Norte, num registo a solo que celebra a Mulher e que conta com a participação de algumas vozes femininas bem conhecidas do público português, como Mariza, Cuca Roseta, Ella Nor, Mafalda Veiga, Kátia Guerreiro, Susana Félix, Rita Marrafa de Carvalho, Miss Lyl e Fátima Lopes, convidadas que lhe dão voz, alma e intenção.


12 MAI. SÁB. 21.30H
Dead Combo
Fado / Rock | GA | 10€ | M/4 anos


O novo disco dos Dead Combo, “Odeon Hotel”, o  seu sexto álbum de originais, produzido por Alain Johannes (Queen Of Stone Age, PJ Harvey, Chris Cornell, etc), é a síntese perfeita da portugalidade e universalidade existentes na sua música.
Composto por treze músicas, o novo disco contou com a participação de diversos convidados, nomeadamente Alexandre Frazão, na Bateria,  Bruno Silva, na Viola D’Arco, Mick Trovoada, na Percussão e João Cabrita nos Sopros.

O destaque especial para as participações neste novo disco, vai para o cantor e compositor norte-americano Mark Lanegan, que dá voz a “I Know, I Alone”, um dos mais belos poemas escritos em  língua inglesa por Fernando Pessoa.
Pela primeira vez na história da banda, o disco sera editado em todo o mundo, com o selo de uma das maiores editoras internacionais, a Sony Music.

Ao vivo, a banda apresentar-se-á com uma formação inédita com músicos convidados:

Tó Trips: Guitarras
Pedro Gonçalves: Guitarras, Contrabaixo, Melódica, Pianinho
Alexandre Frazão: Bateria
Gui: Sopros, Teclas
António Quintino: Baixo, Contrabaixo, Guitarras


25 MAI. SEX. 21.30H
A Grande Ressaca
Teatro | GA | 12.5€ | M/4 anos


“A Grande Ressaca” é uma comédia teatral protagonizada por Carlos Cunha, no papel de Alberto, um empresário de mariscos congelados que há dez anos perdeu a sua mulher para Ramiro, um empresário com a mania que vende mariscos vivos (e vende mesmo). Alberto vive angustiado com esta perda e nunca deixou de acreditar que a sua mulher vai voltar para casa.
Na noite em que Alberto faz sessenta anos, ele e o seu amigo – e empregado – Jaime abusam da bebida, o que dá origem a uma grande ressaca no dia seguinte, ressaca essa com uma particularidade: Alberto não se lembra de nada do que fez na noite passada…

Elenco:  Carlos Cunha, Érika Mota, Nuno Pires e Ligia Ferreira
Encenação e Direcção de Atores: Marina Mota e Carlos Cunha
Direcção Plástica (Desenho de Figurinos e Cenografia): Helena Reis


2 JUN. SÁB. 21.30H
Christopher Paul Stelling
Folk| PA | 4€ | M/4 anos


Entre o folk puro de um Woody Guthrie, a lírica de um Bob Dylan e a tremenda honestidade de um Bruce Springsteen, Christopher Paul Stelling enfrenta o público com uma guitarra na mão, percussão nos pés e uma voz capaz de cativar tudo e todos que a ouvem.

Dono de uma música quente e apaixonada, com lascas de um eterno viajante de espírito inquieto Christopher Paul Stelling escreve confissões, deixa-nos a pairar nas linhas da sua guitarra, onde somos arrebatados por histórias, ideias, locais, pessoas.

9 JUN. SÁB. 21.30H
Diogo Batáguas – Quero Lá Saber
Stand Up Comedy | PA | 12€ | M/4 anos


O segundo espectáculo a solo de stand-up comedy de Diogo Batáguas aproveita o nome dos vídeos que têm feito sucesso no YouTube.
“Quero Lá Saber” resume um estado de espírito, é no palco que Diogo Batáguas se sente livre para dizer absolutamente tudo aquilo que lhe apetece. Sem amarras, sem limites, sem constrangimentos. Sem uma corja de vigilantes a denunciar, a banir, a censurar.
Não há temas tabu num espectáculo de stand-up puro. As reflexões, os medos, as verdades, as mentiras, os absurdos e as demências. As piadas! Fundamentalmente as piadas.

30 JUN. SÁB. 21.30H
Casamento: da Menstruação ao Viagra
Teatro | GA | 1.5€ | M/12 anos


“Casamento: da Menstruação ao Viagra” aborda de uma forma leve, divertida e cómica uma das mais velhas questões acerca da dinâmica entre casais: quem tem razão, as diferenças entre homem e mulher e muitos outros problemas do dia-a-dia.
Através das queixas apresentadas por Zé Henrique e Gertrudes (marido e mulher), assistimos à perspetiva singular de cada um nos temas apresentados, sendo-nos assegurado uma boa dose de gargalhadas.  

Encenação, Adaptação e Interpretação: Patrícia Meira e Eduardo Farinha
Texto: Alcir Nicolau Pereira