6 ABR. SÁB. 21.30H
Ciclo in-ti-mis-ta - Gareth Dickson
Cantautor | PA | 4€ | M/6 anos


Gareth Dickson é um dos mais aclamados e inventivos guitarristas da atualidade, não apenas na sua atividade como artista a solo (em discos como “Quite A Way Away” e “Orwell Court”), mas também como músico das cantautoras/compositoras Juana Molina e Vashti Bunyan.
Dois anos após a sua última visita a Portugal, o músico escocês regressa para mais uma série de concertos intimistas, intensos e luminosos.

12 ABR. SEX. 22H
Guilherme Duarte – Só de Passagem
Stand-Up Comedy | GA | 12€ Plateia / 10€ Balcão | M/16 anos


Vamos todos morrer.
Ficou um ambiente estranho, agora.
Talvez não seja o melhor tema para um espetáculo de comédia, mas se pensarmos bem, a vida é uma doença terminal e só nos resta aproveitar e rir sempre que pudermos. Não, não é um espetáculo de autoajuda. Guilherme Duarte, criador do blogue “Por Falar Noutra Coisa”, promete, sem compromisso, fazer o público rir neste seu segundo solo de stand-up comedy.
A morte, a vida, religião, os medos e as inseguranças, mas também temas de elevada intelectualidade, como xixi e cocó, dão o mote para uma noite razoavelmente agradável.
Estamos só de passagem, resta-nos rir.

13 ABR. SÁB. 21.30H
Tiago Nacarato
Pop | GA | 12.5€ | M/6 anos


Tiago Nacarato é um cantautor portuense de 28 anos, com raízes brasileiras e com um contacto desde cedo com a música.
Aos 18 anos, decidiu investir na sua educação musical, ao inscrever-se na Escola de Música Valentim de Carvalho, onde teve aulas de canto, guitarra, treino auditivo, teoria musical e combo. Seguidamente, a convite de Pedro Cardoso (nome artístico Peixe, ex-membro dos Ornatos Violeta), integrou uma orquestra de guitarras e baixos elétricos, projeto esse em que pisou palcos como o Serralves em Festa, Hard Club ou Casa da Música.
O regresso às raízes brasileiras aconteceu uns anos depois, quando se juntou à Orquestra Bamba Social como vocalista, um projeto que junta músicos luso-brasileiros residentes no Porto e que presta tributo a vários clássicos da música brasileira, recriando-os e acrescentando novas sonoridades.
Em 2017, fez bater o coração dos portugueses mais depressa, com as suas atuações no programa “The Voice”.
Encontra-se atualmente em estúdio a produzir o seu primeiro disco de originais, que planeia lançar durante 2019.

23 ABR. TER. 21.30H
"O Pior Espetáculo do Mundo", com César Mourão, Carlos M. Cunha e Gustavo Miranda
Comédia de Improvisação | GA | 16€ Plateia / 14€ Balcão | M/16 anos


Eles estão de volta...
A improvisação está de volta…
Depois de uma curta temporada, abriram a exceção de voltar, para os muitos que não tiveram oportunidade de os ver.
“O Pior Espetáculo do Mundo” estará no CAEP, e os seus protagonistas prometem estar piores ainda. Se está farto de bons espetáculos, venha assistir a este e vai ver que se arrepende logo.
Há 19 anos a fazer maus espetáculos!

24 ABR. QUA. 21.30H
Semeando…Colhendo
Música Tradicional | GA | 4€ -10 anos, entrada livre | M/6 anos


Comemorar Abril!
Traz um amigo e vem comemorar a noite que há 45 anos ficou na história do país, como a da Revolução que se fez com Cravos!
As palavras dos poetas e os sons da Liberdade são certamente excelentes ingredientes para o serão.
E como festa é sempre melhor com os amigos, o Semeador – Grupo de Cantares de Portalegre,
convidou a Escola de Artes do Norte Alentejano, para este ano se associar à iniciativa de fazer Abril acontecer!
https://portalegrejazzfest.com


2 MAI. QUI. 21.30H
Marc Ribot Solo
16º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 10€, Passe festival 20€ | M/6 anos

Marc Ribot: Guitarra


O guitarrista Marc Ribot conta até à data com sete discos a solo, o que denota bem a importância que dá ao formato. Alguns deles tornaram-se em marcos fundamentais da exploração de novos vocabulários e técnicas para a guitarra, como são os casos de “Plays the Work of Frantz Casseus”, “Don’t Blame Me” e “Silent Movies”. O seu mais recente disco a solo é “Songs of Resistance: 1942–2018”, do ano passado, uma obra marcadamente política e que reflete os tempos conturbados em que vivemos.
O que este músico fez com Tom Waits e com os Lounge Lizards, de John Lurie, bastaria para ter um lugar na história, mas Ribot foi mais longe, atravessando os mais diversos géneros e estilos musicais – a sua presença fez-se (faz-se) sentir no jazz, no rock e na pop, ora colaborando com Robert Plant, Caetano Veloso e Laurie Anderson, ora trabalhando com figuras como John Zorn, McCoy Tyner, James Carter, Brother Jack McDuff, Wilson Pickett, Rufus Thomas e Chuck Berry.
A solo, Marc Ribot tem levado para os palcos as bandas-sonoras de sua autoria, para uma série de filmes mudos, uns vindos dos primórdios do cinema e outros de índole experimental, indo do bem conhecido “O Garoto de Charlot” às curtas-metragens com técnicas “direct-on-film”, de Jennifer Reeves. É o que vamos ter o privilégio de lhe ouvir…

3 MAI. SEX. 21.30H
Hedvig Mollestad Trio
16º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 10€, Passe festival 20€ | M/6 anos

Hedvig Mollestad: Guitarra
Trond Frønes: Baixo Elétrico
Ivar Loe Bjornstad: Bateria


O Hedvig Mollestad Trio apresenta-se a si mesmo como uma banda de rock progressivo instrumental “fora da caixa”, e se de facto encontramos na sua música aspetos que na década de 1970 eram partilhados por formações como Soft Machine e King Crimson, a sua caraterização anómala vem não tanto da importação de elementos do rock mais pesado (Black Sabbath, The Stooges), do free jazz (a guitarra de Sonny Sharrock), e do psicadelismo (Hawkwind), o que já então muitas vezes acontecia, mas do facto de aplicar no dito “prog” a mentalidade muito específica da new thing de John Coltrane, Albert Ayler e Ornette Coleman.
Um concerto deste trio é sempre uma longa improvisação, que nunca se esgota em argumentos, apenas norteada pelos constantes “riffs” do baixo de Trond Frønes e da bateria de Ivar Loe Bjornstad e por bem espalhados motivos temáticos. 

4 MAI. SÁB.
21.30H - Hearth
23.00H - Carlos Bica / Daniel Erdmann / DJ Illvibe
16º Portalegre JazzFest
Jazz | GA | 10€, Passe festival 20€ | M/6 anos

Hearth – 21.30H

Kaja Draksler: Piano
Ada Rave: Saxofone Tenor
Mette Rasmussen: Saxofone Alto
Susana Santos Silva: Trompete


Este quarteto, com dois saxofones, trompete e piano, é constituído por mulheres, o que tem um significado óbvio quando a normalidade do jazz e da música improvisada vai para a exclusividade ou para a predominância masculina das formações musicais.
Kaja Draksler (Eslovénia), estudou ao pormenor as estruturas improvisacionais de Cecil Taylor e teve como mestres nas suas passagens por Nova Iorque os pianistas Jason Moran e Vijay Iyer.
Ada Rave (Argentina), começou a sua atividade no circuito do jazz de Buenos Aires, enquanto estudava no Conservatório Manuel de Falla, mas optou pela Holanda para procurar melhores oportunidades de carreira.
Mette Rasmussen (Dinamarca), radicada em Trondheim, na Noruega, é o tipo de músico que dificilmente conseguimos categorizar, indo do jazz à experimentação sonora com passagens pelo rock.
Susana Santos Silva (Portugal), nascida no Porto, mas hoje a viver em Estocolmo, e com formação superior feita entre Portugal e a Holanda, é um caso à parte em termos de sucesso internacional de um músico português, surgindo em numerosos projetos ao lado de algumas das mais reputadas figuras do jazz e da música improvisada.

É, aliás, esta diversidade que explica as constantes mutações da música que as Hearth (neologismo proveniente da junção das palavras Earth – Terra – e Heart – Coração), nos propõem, indo das mais serenas e enevoadas paisagens evocativas a intempestivos mergulhos na lava de um vulcão, numa titilação do nosso sistema nervoso que não deixa também de nos convocar a mente.

Carlos Bica / Daniel Erdmann / DJ Illvibe – 23.00H

Carlos Bica: Contrabaixo
Daniel Erdmann: Saxofone
DJ Illvibe


Um contrabaixo, um saxofone (ou dois à vez, um tenor e um soprano), e um par de gira-discos: o formato instrumental deste trio é invulgar e a música que toca em tudo lhe condiz. Uma música que reflete e cruza, de qualquer modo, as particulares personalidades dos três intervenientes.
A abordagem lírica e especialmente melódica de Carlos Bica, que bebe em simultâneo ao jazz, à música erudita e à tradição popular de Portugal, conjuga-se com a discursividade elegante e muito livre, ainda que não pautada pelos cânones do chamado free jazz, de Daniel Erdmann e com as muitas cores convocadas por DJ Illvibe (Vincent von Schlippenbach), conhecido por levar o DJing das franjas mais exploratórias da “club music” até terrenos conotáveis com a música concreta.
Cada um destes músicos vive num mundo muito próprio e é outro, igualmente único, que nasce da intersecção das suas respetivas coordenadas. O resultado de tudo isto é muito mais do que a soma das suas partes.

2 e 3 MAI. QUI. e SEX. 23.00H
Caterina Palazzi "Sudoku Killer"
16º Portalegre JazzFest
Jazz | CC | 3€, Passe festival 20€ | M/6 anos


Caterina Palazzi: Contrabaixo, Composições
Sergio Pomante: Saxofone Tenor
Giacomo Ancillotto: Guitarra
Maurizio Chiavaro: Bateria

Sudoku Killer, a banda liderada pela contrabaixista Caterina Palazzi, nasceu em Roma em 2007. Todos os músicos deste ensemble musical vêm de experiências artistícas complementares, desde o jazz ao rock e à música experimental.
Depois do sucesso em 2010 do seu primeiro àlbum homónimo, o seu segundo trabalho, “Infanticide”, saiu em 2015 (apresentado no CAE em 2017), e é caraterizado por atmosferas negras, psicadélicas e post/rock,.
O seu terceiro àlbum, "Asperger", ainda mais negro e pesado que os anteriores, foi editado em 2018, sob a chancela da Clean Feed Records.

11 MAI. SÁB. 21.30H
Cristina Branco
Fado | GA | 12.5€ | M/6 anos


"Branco", o mais recente trabalho de Cristina Branco, lançado no início de 2018, foi recebido de forma unanimemente positiva pela imprensa:
O arrojo na escolha de compositores e letristas inesperados, assim como uma visão estética que traçou um caminho muito próprio em termos de imagem, fazem de Cristina Branco uma das mais importantes personalidades da música portuguesa dos últimos tempos.
Os espetáculos por toda a Europa multiplicam-se e indicam que a designação de «fado-jazz» vem fazendo cada vez mais sentido.
Surpresa e novidade são uma constante na história recente de Cristina Branco.

"É um disco alegre, um disco feliz e um disco melancólico a um só tempo" (Alexandra Carita, Revista E/Expresso).

13 a 15 MAI. SEG. A QUA.
A Monstra | Festival de Animação de Lisboa
Cinema | PA | 4€, -25 anos e +65 anos 2€, sessões para escolas 1€ | M/6 anos


Este é um projeto que visa partilhar com os públicos que vivem fora da grande Lisboa uma parte importante do festival MONSTRA, permitindo que também eles entrem em contato com o que de melhor se produz a nível mundial nesta arte.
Vamos assim criando novos públicos, com olhares mais abrangentes e heterogéneos, ao mesmo tempo que se vão habituando na arte de escolher o que mais gostam, fazendo com que em cada cidade onde a MONSTRA anda à solta haja um prémio do público.

Dia 13 e 14 de Maio - 2ªfeira e 3ªfeira:
18h30h  -  Competição de Curtas-Metragens: sessão composta por filmes realizados por estudantes de todo o mundo, inscritos para competição no festival;
21h30h  - Sessão de Longas-Metragens: sessão composta por uma das longas premiadas no Festival MONSTRA;

Dia 15 de Maio - 4ªfeira:
10h30h e 14.30h - Sessão MONSTRINHA: sessão composta por filmes selecionados, direcionada para crianças, jovens e famílias (a partir dos 3 anos).

30 MAI. QUI. 21.30H
Orquestra Gulbenkian
Música Clássica | GA | 10€ | M/6 anos


José Eduardo Gomes: Maestro
André Gaio Pereira: Violino

Felix Mendelssohn-Barthóldy
Concerto para Violino e Orquestra, em Mi menor, op. 64
Ludwig van Beethoven
Sinfonia n.º 8, em Fá maior, op. 93

Ao longo do ano, a Fundação Calouste Gulbenkian apresenta-se fora da sua sede em Lisboa, com concertos por todo o país.
A Orquestra Gulbenkian poderá ser vista de Norte a Sul, numa iniciativa que pretende alargar a programação artística a todos os públicos e estabelecer uma colaboração regular com os diferentes agentes culturais nacionais.

31 MAI. SEX. 22H
Consciente // Luís Franco-Bastos
Stand-Up Comedy | GA | 12.5€ | M/16 anos


"O meu novo solo de Stand-Up Comedy chama-se “Consciente”.
Esta sinopse é escrita na primeira pessoa porque os jornalistas tendem a fazer copy paste descaradamente de qualquer press release e assinam o artigo como se fosse seu - assim, pelo menos, dá um bocadinho mais de trabalho.
Porquê “Consciente”?
Porque apesar de poder dizer o que me apetece, quero fazê-lo consciente de que nos podemos rir das coisas para pensarmos melhor nelas. Todos os temas abordados no espetáculo são distorcidos para serem, na verdade, melhor compreendidos."

21 JUN. SEX. 21.30H
Ciclo in-ti-mis-ta - One Zero One
Cantautor | PA | 4€ | M/6 anos


João P. Miranda e Byrd Sno (Nuno Jesus), constroem uma viagem sonora de texturas e atmosferas, onde a aleatoriedade se funde com a ordem.
De um primeiro improviso descomprometido, nasceu uma forte empatia criativa, dando luz a inúmeras formas sensoriais, onde o silêncio e o caos andam de mão dadas.
Com a sua base no Parque Natural da Serra de São Mamede, ecoam sintetizadores, guitarras elétricas e uma parafernália de objetos capazes de gerar sons. Em Maio, todos irão “descer” ao CAEP e agraciar o público aí presente.

29 JUN. SÁB. 22H
Fragmentos – Imperfecthus ao vivo
Stand-Up Comedy | GA | 10€ | M/16 anos


Um produtor de espetáculos perde a estrela principal da peça que ia apresentar no teatro da cidade. Desesperado, lembra-se de percorrer as ruas à procura de uma solução qualquer que lhe permita apresentar um espetáculo na mesma.
Depois de se cruzar com sete pessoas muito particulares, o produtor tem o seu problema resolvido.
O Homem do Lixo, o Valdemar Marreco, o Hermínio, o Cesário, o Aníbal, o Salazar e o Engrola preenchem uma ficha de inscrição sem ler o que dizia o formulário…
O espetáculo chama-se “Fragmentos” e é de stand up comedy em microfone aberto, só para quem se inscreveu para participar!