Quina das Beatas
Quina das Beatas Fest / Especial Black Bass
Cat Soup + PCR (banda coreana) + Marquise + Garden Gnome Transmitter DJSet
20 NOV. SEX. 21.30H
Cat Soup + PCR (banda coreana) + Marquise + Garden Gnome Transmitter DJSet
Quina das Beatas Fest / Especial Black Bass
Electro / Rock / Noise | CC | 5€ | M/6 anos
O Black Bass Fest está de volta!
A 11ª edição do festival Black Bass Fest irá decorrer num novo formato, super especial, que promete mexer com o panorama musical do Alentejo.
O festival mais rock do Alentejo, nascido na cidade de Évora, com selo da produtora Pointlist, irá agora abraçar a bonita cidade de Portalegre.
Numa jornada dupla, com uma data em cada cidade, esta edição do Festival promete trazer alguns dos projetos que mais se têm destacado ao longo destes últimos anos, dentro da cena garage/punk/rock nacional.
Os concertos terão lugar no CAE Portalegre, inserido no projeto Quina das Beatas, no Bar Pátio da Casa, em Portalegre e no já mítico salão da SOIR - Joaquim António d'Aguiar, em Évora.
Cat Soup + PCR (banda coreana) + Marquise + Garden Gnome Transmitter DJSet
Quina das Beatas Fest / Especial Black Bass
Electro / Rock / Noise | CC | 5€ | M/6 anos
O Black Bass Fest está de volta!
A 11ª edição do festival Black Bass Fest irá decorrer num novo formato, super especial, que promete mexer com o panorama musical do Alentejo.
O festival mais rock do Alentejo, nascido na cidade de Évora, com selo da produtora Pointlist, irá agora abraçar a bonita cidade de Portalegre.
Numa jornada dupla, com uma data em cada cidade, esta edição do Festival promete trazer alguns dos projetos que mais se têm destacado ao longo destes últimos anos, dentro da cena garage/punk/rock nacional.
Os concertos terão lugar no CAE Portalegre, inserido no projeto Quina das Beatas, no Bar Pátio da Casa, em Portalegre e no já mítico salão da SOIR - Joaquim António d'Aguiar, em Évora.

Vindos do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. O seu primeiro álbum, “you only 180”, editado em 2024, reafirma o poder da banda em palco, com atuações explosivas em salas e festivais de norte a sul do país.
Com novas composições que desafiam a forma e a estrutura ortodoxa, os Cat Soup abrem caminho a uma nova fase criativa, já com o olhar posto no terceiro álbum previsto para 2026.
A PCR é um trio sul-coreano que interpreta músicas do estilo *no wave* e *art punk*. Existe desde janeiro de 2025, com seu primeiro EP, *Kahwa* editado ainda em 2025.
O grupo é formado por Kim Ki-min (voz, guitarra, baixo, viola e efeitos sonoros), Lee Min-jae (guitarra, voz e efeitos sonoros) e Hwang Young-won (bateria e voz).
Caracteriza-se por uma sonoridade linear e agressiva que faz uso ativo de noise.

O grupo é formado por Kim Ki-min (voz, guitarra, baixo, viola e efeitos sonoros), Lee Min-jae (guitarra, voz e efeitos sonoros) e Hwang Young-won (bateria e voz).
Caracteriza-se por uma sonoridade linear e agressiva que faz uso ativo de noise.

Os Marquise não precisaram de reinventar a roda para honrar a arte de fazer boas canções. Bastou-lhes equilibrar minuciosamente o passado e o presente, dedilhando a sensibilidade pop dos 80s sobre o rasgar dos 90s, e pincelar o desconstrutivismo sónico deste século com poesia abstrata.
Ela Caiu (2025, Saliva Diva) é o primeiro álbum de Marquise, sucedendo ao EP homónimo que apresentou a banda portuense em 2023. Alicerçado em canções e refrões orelhudos, rock duro e doce como pedra e bolo mármore, é guiado por uma voz que tanto derrete sobre tarolas marteladas, como debita raiva sobre guitarras melosas.
Há artistas que carregam o ceptro da intemporalidade, que não deixam apagar a chama olímpica, que resistem à sedução do contemporâneo - esse falso amigo com que todas as obras datadas um dia se envolveram. Marquise soa a Banda e prova que essa forma de expressão (e de ser) colectiva faz tanto sentido agora como quando surgiu.
Ela Caiu (2025, Saliva Diva) é o primeiro álbum de Marquise, sucedendo ao EP homónimo que apresentou a banda portuense em 2023. Alicerçado em canções e refrões orelhudos, rock duro e doce como pedra e bolo mármore, é guiado por uma voz que tanto derrete sobre tarolas marteladas, como debita raiva sobre guitarras melosas.
Há artistas que carregam o ceptro da intemporalidade, que não deixam apagar a chama olímpica, que resistem à sedução do contemporâneo - esse falso amigo com que todas as obras datadas um dia se envolveram. Marquise soa a Banda e prova que essa forma de expressão (e de ser) colectiva faz tanto sentido agora como quando surgiu.

Há muita mais gente com jardins do que com gnomos. E ainda menos com transmissores. Pensem nisso.
Reflexões à parte, acontece aqui que Garden Gnome Transmitter é um (dos) alter-ego de Car-los de Jesus, conhecido por muitos pelas andanças com os Sunflowers, onde faz a guitarra soar a uma serra eléctrica a cortar chapas de metal. O que poucos sabem é que depois do concerto, a caminho de casa, a carrinha vibra com as suas escolhas musicais.
Garden Gnome Transmitter é o repositório de tudo o que não cabe mais em lado nenhum: pé-rolas esquecidas, clássicos menores, coisas estranhas de países que não existem no mapa das plataformas de streaming. Ao vivo, isso traduz-se numa viagem que vai de art rock dan-çável, kraut e kosmiche, garage e punk com pulso para arrastar o pé, psych que vai longe demais, e desvios ocasionais para a electrónica mais puntz puntz quando a noite pede.
Traz consigo uma seleção cuidada de músicas que tanto fazem dançar como questionar o porquê de o terem convidado a fazer estas coisas.
Ele ri-se. Nós também. Os corpos mexem-se de qualquer maneira.
Reflexões à parte, acontece aqui que Garden Gnome Transmitter é um (dos) alter-ego de Car-los de Jesus, conhecido por muitos pelas andanças com os Sunflowers, onde faz a guitarra soar a uma serra eléctrica a cortar chapas de metal. O que poucos sabem é que depois do concerto, a caminho de casa, a carrinha vibra com as suas escolhas musicais.
Garden Gnome Transmitter é o repositório de tudo o que não cabe mais em lado nenhum: pé-rolas esquecidas, clássicos menores, coisas estranhas de países que não existem no mapa das plataformas de streaming. Ao vivo, isso traduz-se numa viagem que vai de art rock dan-çável, kraut e kosmiche, garage e punk com pulso para arrastar o pé, psych que vai longe demais, e desvios ocasionais para a electrónica mais puntz puntz quando a noite pede.
Traz consigo uma seleção cuidada de músicas que tanto fazem dançar como questionar o porquê de o terem convidado a fazer estas coisas.
Ele ri-se. Nós também. Os corpos mexem-se de qualquer maneira.

